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A Muiraquitã Filmes foi fundada pela produtora Eliane Ferreira, e teve como seu longa-metragem de estreia, o documentário “Fabricando Tom Zé”, de Décio Matos Jr., premiado no Festival Internacional do Rio e na Mostra Internacional de São Paulo. Além de longas, também produziu vários curtas e médias-metragens.

Em setembro de 2015, Pablo Iraola – coprodutor de filmes como “The man who killed Don Quixote” de Terry Gilliam, “Comboio de Sal e Açúcar” e “Bridges of Sarajevo” – tornou-se sócio da Muiraquitã Filmes, trazendo sua experiência internacional para a produtora.

Entre os longas lançados recentemente estão: “Vermelho Russo”, de Charly Braun, e “A Luta do Século”, de Sérgio Machado, que estrearam no Festival do Rio, angariando prêmios de melhor roteiro e melhor documentário, respectivamente.

A Muiraquitã Filmes tem atualmente quatro longas em pós-produção: “Querência”, de Helvécio Marins Junior, “Bala Sem Nome”, de Felipe Cagno e os documentários “Cine Marrocos”, de Ricardo Calil e “Fico te devendo uma carta sobre o Brasil”, de Carol Benjamin.

Os próximos projetos, que serão produzidos entre 2018 e 2019, são os longas “Para Francisco” de Dainara Toffoli, “Sol” de Lô Politi, “Full Night” de Ricardo Elias, “Game Over” de Snir Wein e os longas documentais “Os Arrependidos” de Ricardo Calil e “Somos o que perdemos” de Heloisa Passos.

Projetos recentemente desenvolvidos, para serem produzidos a partir de 2020, são os longas: “Aurora” de Karim Aïnouz, “Nossos Ossos” de Snir Wein, “Água Salgada” de Dainara Toffoli, a série infantil “Alguém viu meu pai?” de Fernando Gomes e criada por Enéas Carlos e as séries documentais “Pierre Fatumbi Verger” de Sérgio Machado e “Falando com os mortos” de Ricardo Calil.